
A reunião acabou após a meia noite(Foto: bola)
O presidente do conselho deliberativo Castelo Camurça fez um apelo para que o patrocinador João Rabelo mantenha pelo menos o apoio financeiro ao Clube.Depois de uma reunião de mais de quatro horas o presidente do conselho deliberativo do Ceará Sporting Club, Castelo Camurça, afirmou que o encontro não foi totalmente conclusivo. “O deputado Federal Eugênio Rabelo entende que deve atender ao apelo da torcida e se afastar do Clube, por uma ponderação nossa ele passou a ter três opções, licença estatutária, uma licença branca ou uma renúncia”, contou o conselheiro Alvinegro. Além dos presidentes do conselho e da diretoria executiva estiveram presentes à reunião o diretor de esportes Edmilson Gomes Moreira, os conselheiros Sacha Jucá e Emerson Damasceno e o patrocinador João Rabelo.Para Castelo Camurça, o fato mais complicado para o momento do Ceará foi a intenção do empresário João Rabelo de também deixar de patrocinar o Vovô. “Ele (João Rabelo) se sentiu ofendido por uma faixa colocada ontem (9) no Castelão e por artigos colocados na internet, mas eu ponderei que eles colocassem a cabeça no travesseiro e pensassem em tudo isso até depois da rodada de quarta-feira (12)”, disse o presidente do conselho.A primeira ação do presidente do conselho deliberativo na manhã desta terça-feira, 11, será conversar com o segundo vice-presidente Evandro Leitão para saber se segue com a intenção de assumir a direção do Clube em caso de renúncia dos eleitos a sua frente na linha da sucessão. “O primeiro vice é o Adriano Rabelo, mas o seu João Rabelo deixou claro que se o Eugênio renunciar o Adriano também renuncia para deixar a presidência para o Evandro, caso ele queira”, afirmou Castelo Camurça.Ao final da reunião, visivelmente emocionado, Eugênio Rabelo confirmou que não tem mais a intenção de dirigir o Clube. “A minha intenção sempre foi ajudar, eu nunca quis prejudicar o Ceará, se o problema sou eu, já disse que saiu para que as coisas se tranqüilizem no Clube, mas como o Castelinho me pediu eu me coloco a disposição para me licenciar estutariamente, passar uma procuração como se fosse uma licença branca ou renunciar, não quero atrapalhar”, esclareceu.Como a reunião não foi conclusiva, o presidente do conselho, Castelo Camurça, tratou de definir alguns encargos para o Clube seguir seu trabalho durante a semana. “O Edmilson (Moreira) segue como diretor de esportes até que provavelmente o Evandro (leitão) assuma e defina os seus diretores, o Dimas segue como técnico até lá, nós convocaremos uma reunião do conselho para definir os cargos vagos caso o Evandro vá mesmo assumir a presidência e aguardaremos a resposta final do João Rabelo, porque pedi para que a sua empresa continue patrocinando o Ceará”, concluiu.Castelo Camurça contou à reportagem do Artilheiro que em um momento da reunião, o presidente e os demais conselheiros presentes chegaram a tomar a decisão de que as renúncias estariam definidas e que ficaria nas mãos do conselho decidir a nova direção do Clube. O dirigente afirmou que as suas lágrimas e as suas ponderações fizeram com que a reunião durasse mais quarenta minutos após essa decisão inicial e que todos foram solidários ao seu apelo para que pensassem melhor sobre as suas decisões.
O presidente do conselho deliberativo Castelo Camurça fez um apelo para que o patrocinador João Rabelo mantenha pelo menos o apoio financeiro ao Clube.Depois de uma reunião de mais de quatro horas o presidente do conselho deliberativo do Ceará Sporting Club, Castelo Camurça, afirmou que o encontro não foi totalmente conclusivo. “O deputado Federal Eugênio Rabelo entende que deve atender ao apelo da torcida e se afastar do Clube, por uma ponderação nossa ele passou a ter três opções, licença estatutária, uma licença branca ou uma renúncia”, contou o conselheiro Alvinegro. Além dos presidentes do conselho e da diretoria executiva estiveram presentes à reunião o diretor de esportes Edmilson Gomes Moreira, os conselheiros Sacha Jucá e Emerson Damasceno e o patrocinador João Rabelo.Para Castelo Camurça, o fato mais complicado para o momento do Ceará foi a intenção do empresário João Rabelo de também deixar de patrocinar o Vovô. “Ele (João Rabelo) se sentiu ofendido por uma faixa colocada ontem (9) no Castelão e por artigos colocados na internet, mas eu ponderei que eles colocassem a cabeça no travesseiro e pensassem em tudo isso até depois da rodada de quarta-feira (12)”, disse o presidente do conselho.A primeira ação do presidente do conselho deliberativo na manhã desta terça-feira, 11, será conversar com o segundo vice-presidente Evandro Leitão para saber se segue com a intenção de assumir a direção do Clube em caso de renúncia dos eleitos a sua frente na linha da sucessão. “O primeiro vice é o Adriano Rabelo, mas o seu João Rabelo deixou claro que se o Eugênio renunciar o Adriano também renuncia para deixar a presidência para o Evandro, caso ele queira”, afirmou Castelo Camurça.Ao final da reunião, visivelmente emocionado, Eugênio Rabelo confirmou que não tem mais a intenção de dirigir o Clube. “A minha intenção sempre foi ajudar, eu nunca quis prejudicar o Ceará, se o problema sou eu, já disse que saiu para que as coisas se tranqüilizem no Clube, mas como o Castelinho me pediu eu me coloco a disposição para me licenciar estutariamente, passar uma procuração como se fosse uma licença branca ou renunciar, não quero atrapalhar”, esclareceu.Como a reunião não foi conclusiva, o presidente do conselho, Castelo Camurça, tratou de definir alguns encargos para o Clube seguir seu trabalho durante a semana. “O Edmilson (Moreira) segue como diretor de esportes até que provavelmente o Evandro (leitão) assuma e defina os seus diretores, o Dimas segue como técnico até lá, nós convocaremos uma reunião do conselho para definir os cargos vagos caso o Evandro vá mesmo assumir a presidência e aguardaremos a resposta final do João Rabelo, porque pedi para que a sua empresa continue patrocinando o Ceará”, concluiu.Castelo Camurça contou à reportagem do Artilheiro que em um momento da reunião, o presidente e os demais conselheiros presentes chegaram a tomar a decisão de que as renúncias estariam definidas e que ficaria nas mãos do conselho decidir a nova direção do Clube. O dirigente afirmou que as suas lágrimas e as suas ponderações fizeram com que a reunião durasse mais quarenta minutos após essa decisão inicial e que todos foram solidários ao seu apelo para que pensassem melhor sobre as suas decisões.


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